Liberdade

Ser condenado a liberdade por mais estranho que possa ser, na verdade é uma grande prisão. é uma prisão de tijolos de expectativas, de esperanças que quase sempre não se irão realizar. O condenado a liberdade tem para si todo tempo do mundo e nenhum afazer substancial. Traz em si a vontade de realizar, mas se confunde pelos caminhos que são muitos devido à própria liberdade de escolha. Talvez fosse melhor trabalhar acorrentado do que ficar ao léu, a tôa na vida. Com tanta liberdade não sabe o que fazer com ela, e portanto, não se está liberto.